ALERTA: Esse texto contém spoilers!
A série Ruptura (Severance), da Apple TV+, está chegando aos últimos episódios da sua mais nova e 2º temporada. A cada episódio que estreia os internautas surgem com mais teorias e, com o desenrolar da série, se tem mais perguntas do que respostas sobre a tão misteriosa empresa Lumon. A Her Campus Casper Líbero traz algumas dessas teorias explicadas para você ficar por dentro de todos os pontos soltos da trama.
Cold Harbor
O projeto Cold Harbor é uma das teorias mais intrigantes do universo de Ruptura. Pouco se sabe sobre sua verdadeira finalidade, mas há indícios de que se trata de uma iniciativa ultrassecreta dentro da Lumon. Especula-se que o projeto esteja envolvido em experimentos de controle mental e reprogramação de memórias, e que uma de suas principais cobaias seja Gemma (Dichen Lachman) – esposa de Mark (Adam Scott) que havia supostamente morrido.
Uma teoria sugere que Cold Harbor pode ser um programa da Lumon voltado para “ressuscitar” pessoas ou recondicioná-las para novos propósitos dentro da empresa. Isso indicaria que Gemma não apenas sobreviveu ao suposto acidente, mas teve sua mente completamente reformulada, tornando-se uma peça fundamental nos planos da corporação.
Refinadores de Macrodados
Na segunda temporada de Ruptura, o Departamento de Refinamento de Macrodados (MDR) continua a desempenhar um papel central na trama, aprofundando os mistérios em torno de suas atividades e funções. Embora a série ainda não tenha fornecido respostas definitivas sobre o verdadeiro propósito do setor, novos elementos lançam luz sobre possíveis implicações de seu trabalho.
Uma das principais teorias sugere que os números processados pelos funcionários do MDR representam eventos ou dados do mundo real. Ao classificar esses números com base em emoções, os refinadores poderiam estar, sem saber, influenciando ou manipulando acontecimentos externos. Isso levantaria questões sobre o impacto ético de suas ações e o nível de controle exercido pela Lumon Industries.
Outra hipótese intrigante aponta que a Lumon utiliza o MDR como um laboratório de experimentos psicológicos. Ao expor os funcionários a sequências numéricas que evocam determinadas reações emocionais, a empresa poderia estar analisando padrões de comportamento ou, até mesmo, condicionando respostas emocionais. A natureza subjetiva das tarefas e a ausência de explicações concretas sobre o trabalho reforçam essa teoria, sugerindo que o objetivo final pode ir muito além do que os refinadores conseguem compreender.
Ah, e os produtores da série criaram um site para você ser refinador por um dia (é bem legal!).
Helena e Helly R
Desde os primeiros episódios, o público desconfiava que Helly (Britt Lower) não havia passado pelo procedimento de ruptura de forma convencional e que, na realidade, sua versão Outie, Helena Eagan, estava utilizando seu corpo de maneira consciente. Ao longo da temporada, essa suspeita foi confirmada, revelando não apenas a verdadeira identidade de Helly, mas também lançando luz sobre os possíveis motivos da Lumon para realizar esse experimento. Essa revelação sugere que a empresa pode estar testando novas formas de controle sobre seus funcionários, reforçando ainda mais o mistério e a tensão em torno de suas intenções obscuras.
É evidente que Helena Eagan, a versão Outie de Helly, desenvolve uma inveja significativa de sua versão Innie. Esse sentimento surge principalmente pela forma como Helly vive sua vida dentro da Lumon, sendo uma versão mais “pura” de si mesma, sem as complicadas pressões externas que Helena, como filha do CEO, constantemente enfrenta. Enquanto Helena é obrigada a carregar o peso das expectativas familiares e corporativas, Helly, apesar de confinada em seu ambiente dentro da Lumon, possui uma liberdade emocional e a autenticidade que Helena, na sua posição, não pode desfrutar.
A única certeza que temos é que segunda temporada de Ruptura ainda tem muitos mistérios a revelar.
Os episódios estreiam às sextas feiras, na Apple TV+.
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O texto acima foi editado por Júlia Salvi.
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