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Champions League: Saiba como o PSG se tornou o campeão da Europa

Caroline Magalhães Student Contributor, Casper Libero University
This article is written by a student writer from the Her Campus at Casper Libero chapter and does not reflect the views of Her Campus.

O Paris Saint-Germain chegou à final da UEFA Champions League 2024/25 com uma trajetória marcada por superação, amadurecimento tático e grandes atuações coletivas. Sob o comando de Luis Enrique, o clube francês deixou para trás antigos fantasmas e mostrou uma nova identidade, mais sólida e menos dependente de individualidades, para enfim disputar pela segunda vez o título continental.

FASE DE GRUPOS E CONSOLIDAÇÃO DO ELENCO

Desde o início da competição, o PSG demonstrou uma postura diferente em campo. A equipe, liderada por jogadores como Ousmane Dembélé, Fabián Ruiz, Warren Zaïre-Emery e o goleiro, Gianluigi Donnarumma, apresentou um futebol equilibrado, com forte marcação e transições rápidas. Essa solidez permitiu que o time avançasse com tranquilidade na fase de grupos, e, apesar de enfrentar adversários de tradição no continente, garantiu a classificação sem sustos.

O trabalho de Luis Enrique foi fundamental para dar ao PSG uma cara mais coletiva. O treinador espanhol priorizou a organização defensiva e a pressão alta, o que se refletiu em jogos mais controlados e menos sujeitos a oscilações. Essa mudança de mentalidade foi um dos pilares para o sucesso parisiense na competição.

ELIMINATÓRIAS: SUPERANDO GIGANTES INGLESES

A partir do mata-mata, o PSG encarou uma sequência de desafios contra clubes ingleses. Nas oitavas de final, o time francês eliminou o Liverpool, mostrando maturidade e capacidade de decisão em momentos críticos. Nas quartas, foi a vez de superar o Aston Villa, novamente com atuações consistentes e decisivas de seu elenco principal.

Esses confrontos serviram para fortalecer ainda mais o grupo, que passou a acreditar que o sonho europeu era possível. O desempenho coletivo e a liderança de jogadores experientes, foram determinantes para avançar às semifinais, etapa em que o PSG teria pela frente mais um gigante inglês.

SEMIFINAIS: A VITÓRIA SOBRE O ARSENAL

O duelo contra o Arsenal nas semifinais foi o grande teste de fogo para o PSG. No primeiro jogo, em Londres, Ousmane Dembélé marcou o gol que deu vantagem aos franceses. Na volta, no Parc des Princes, Fabián Ruiz abriu a contagem com um belo chute de fora da área, e Achraf Hakimi ampliou no segundo tempo. Apesar do gol de Bukayo Sakya para os ingleses, o PSG garantiu a classificação com um placar agregado de 3 a 1, levando a torcida à loucura em Paris e consolidando o clube em mais uma final europeia.

A vitória sobre o Arsenal não apenas confirmou a força do PSG, mas também mostrou a evolução do time em jogos decisivos, com destaque para a postura tática e o controle emocional, aspectos que muitas vezes faltaram em campanhas anteriores.

O REENCONTRO COM A HISTÓRIA: FINAL EM MUNIQUE

A final da Champions League de 2025 será marcada por um simbolismo especial para o PSG. O Allianz Arena, em Munique, foi o palco da única final que o clube disputou nesse campeonato, quando os parisienses foram derrotados pelo Bayern, em 2020. Desta vez, a equipe chegou mais madura, pronta para buscar o inédito título europeu e consolidar de vez sua posição entre os grandes do continente.

Diferente de campanhas anteriores, marcadas pelo protagonismo de estrelas individuais, o Paris de 2024/25 apostou na força do grupo. A mudança de filosofia implementada por Luis Enrique foi fundamental para transformar o time em uma máquina competitiva, capaz de superar adversidades e se reinventar ao longo da competição. Esse espírito coletivo pode ser considerado o grande diferencial da trajetória parisiense nesta Champions League.

O CONFRONTO FINAL

O PSG conquistou seu primeiro título da Champions League com uma atuação dominante diante da Inter de Milão. O Paris controlou a partida desde o início, com mais posse de bola e presença ofensiva. Hakimi abriu o placar após boa movimentação, seguido por Doué, que ampliou em rápido contra-ataque antes dos 20 minutos. A equipe parisiense manteve a pressão alta, o que neutralizou o meio-campo da Inter e impediu qualquer reação adversária.

No segundo tempo, Doué voltou a brilhar ao marcar mais um gol. Além dele, Kvaratskhelia e Mayulu aproveitaram a desorganização defensiva italiana para transformar a vitória em goleada. Determinado a conquistar o troféu inédito, o PSG foi superior em todos os setores, enquanto a Inter de Milão não conseguiu se encontrar em campo e saiu da final com uma derrota contundente por 5 a 0.

O artigo acima foi editado por Marcele Dias .

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Journalism student at Cásper Líbero & Copywriter.