O que você faria ao se sentir encurralada entre os lutos do passado e os obstáculos do futuro? É isso que a Her Campus descobriu na cabine do filme A Queda 2.
Dirigido pelos irmãos Michael e Peter Spierig, o longa se passa em sequência do ocorrido em A Queda (2022), colocando Jax (Harriet Slater) em uma delicada posição após a trágica morte de sua irmã, Hunter (Virginia Gardner). A chegada de Luce (Arsema Thomas), amiga destemida da falecida Hunter, motiva Jax a encarar seus medos, junto com as dores da perda. As amigas decidem escalar uma montanha na Tailândia, mas um deslizamento repentino de pedras as deixam presas, a mais de 3000 metros do solo.
O desenrolar dessa história cheia de emoções chegou ao Brasil nesta quinta-feira, 1° de outubro. Disponível nos cinemas de todo o país, agora você também pode se surpreender com os obstáculos e superações vivenciados pelas personagens.
O interessante é que, embora a situação em que as garotas são colocadas seja suficientemente estressante, os conflitos internos são tão relevantes quanto a luta por sobrevivência. O cenário extremo, o medo de não conseguirem sair vivas e as incertezas do que as aguardam as forçam a encarar aquilo que mais insistimos em fugir: nossas questões pessoais.
O filme é uma porta para enxergarmos a humanidade que nos faz ser o que somos. Não precisamos estar a milhares de metros do chão para entender que, mesmo aquilo que foge do nosso controle, ainda constitui nossa vida. E, ao enxergar as garotas, percebemos que temos duas escolhas: encarar o que nos angustia e nos adaptarmos; ou ignorar, até que escalar uma montanha pareça mais tolerável do que mergulhar na nossa própria existência.
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O artigo acima foi editado por Duda Kabzas.
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