A música latina passou a ser protagonista na indústria global nos últimos tempos após o sucesso de Bad Bunny. O artista porto-riquenho tem conquistado não apenas a América Latina, tornando-se o artista mais ouvido no mundo em 2025.
Suas vitórias no Grammy Awards 2026 reforçam esse fenômeno: Álbum do Ano, Melhor Performance de Música Global e Melhor Álbum de Música Urbana.
A ascensão de Bad Bunny representa destaque mundial importante para a cultura latina. Isso porque o artista une a essência dos ritmos latinos ao senso de comunidade, identidade e pertencimento.
Para quem também se apaixonou por esse som, aqui vão cinco recomendações de artistas latinos que, assim como Benito, entregam o melhor da América Latina, com muito reggaeton, salsa, pop e trap.
Daddy Yankee
O porto-riquenho Daddy Yankee, assim como Bad Bunny, possui uma discografia extensa e uma carreira consolidada, marcada por diversos prêmios, incluindo Billboards e Grammys Latinos.
Ele é conhecido principalmente por hits como Gasolina, Con Calma – posteriormente relançado em parceria com Katy Perry – e sua inesquecível participação em Despacito, de Luis Fonsi, um fenômeno global em 2017.
A faixa conquistou 4 Grammys Latinos, 5 Billboard Music Awards e 6 Billboard Latin Music Awards, além de bater sete recordes do Guinness, incluindo o de ‘música com mais semanas no topo da Billboard Hot 100’. Daddy Yankee é um dos pilares do reggaeton e merece, sem dúvidas, um lugar na sua playlist.
J Balvin
O colombiano J Balvin é dono de hits que provavelmente já passaram pela sua playlist, como Mi Gente, I Like It – ao lado de Cardi B e do próprio Bad Bunny – e Downtown, parceria com Anitta.
Em 2017, o BMI Latin Awards o nomeou Compositor Latino Contemporâneo do Ano por sua contribuição para a música latina. Além disso, ele recebeu o Global Icon Award no Lo Nuestro Awards, reconhecimento por seu papel na popularização global do reggaeton e do pop latino.
KAROL G
A superstar colombiana KAROL G foi eleita “Mulher do Ano” em 2024 pela Billboard Women in Music Awards, tornando-se a primeira artista a cantar majoritariamente em espanhol a receber o prestigiado título. A homenagem aconteceu após um ano histórico, impulsionado pelo álbum Mañana Será Bonito e pela conquista de seu primeiro Grammy.
Dona de hits como Tusa, em parceria com a rapper Nicki Minaj, KAROL G também transita por colaborações internacionais e até brasileiras, como La Vida Continuó, com a dupla Simone & Simaria, e o remix de Tá Ok, ao lado de DENNIS, MC Kevin o Chris e Maluma.
Além disso, a artista já colaborou com o próprio Bad Bunny em Ahora Me Llama, um pop envolvente, cantado em espanhol.
Ozuna
O artista porto-riquenho Ozuna, assim como Bad Bunny, possui presença marcante e consolidada no reggaeton e no trap latino, sendo um dos nomes mais populares da música urbana latina contemporânea.
Conhecido por participações em grandes hits globais, Ozuna integra faixas como Taki Taki, ao lado de DJ Snake, Selena Gomez e Cardi B, além de China, colaboração com Anuel AA, KAROL G e J Balvin, que se tornaram fenômenos nas plataformas digitais e reforçaram o alcance global do reggaeton.
Com uma sonoridade que mistura romantismo, batidas urbanas e refrões marcantes, Ozuna se destaca por aproximar o público mainstream da música latina, ajudando a consolidar o gênero como um dos mais consumidos no mundo.
Shakira
Ícone global da música latina, a colombiana Shakira é uma das pioneiras responsáveis por abrir as portas do mercado internacional para artistas latinos. Com uma carreira que atravessa gerações, a artista conquistou o mundo ao mesclar pop, rock e ritmos latinos em sucessos como Hips Don’t Lie, Waka Waka e Whenever, Wherever.
Embora sua sonoridade dialogue com diferentes estilos além do reggaeton, Shakira representa o impacto cultural latino na indústria global, consolidando uma trajetória que ajudou a preparar o terreno para o sucesso mundial de nomes como Bad Bunny e a nova geração do pop latino.
A cantora virá ao Brasil em maio de 2026 para se apresentar no megashow gratuito na praia de Copacabana como atração principal do evento “Todo mundo no Rio”.
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O texto acima foi editado por Anna Goudard
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